Quando concluída, a obra vai reduzir significativamente a emissão de efluentes industriais lançados nas águas

Demosthenes Carvalho, diretor de Monitoramento, Águas e Efluentes da Cetrel

Projetado pela Cetrel, o Emissário Candeias é aguardado como uma das intervenções que devem causar maior impacto positivo na preservação da Baía de Todos-os-Santos. Quando  concluída, a obra vai reduzir significativamente a emissão de efluentes industriais lançados nas águas da baía que passarão a ser transportados até a Estação de Tratamento da Cetrel, em Camaçari, e lançados em mar aberto, pelo emissário submarino.

A expectativa é que a obra contribua a recuperação e conservação do ecossistema da baía e a melhoria de vida da população que vive no seu entorno. Segundo o diretor de Monitoramento, Águas e Efluentes da Cetrel, Demosthenes Carvalho, o projeto prevê a construção de 70 quilômetros de tubulação que ligarão as unidades da Dow Aratu, da Refinaria Landulfo Alves (Petrobras) e da Proquigel, todas localizadas na área do município de Candeias, à estação de tratamento da Cetrel. Um ramal sairá de cada empresa. Em um determinado ponto cada um deles será interligado a uma estrutura única que levará os efluentes já tratados das indústrias até a Estação da Cetrel.

Da estação, o material será lançado pelo emissário submarino a 5 quilômetros da costa, em mar aberto, facilitando as condições de dispersão que são muito mais reduzidas dentro da área limitada da baía.

“É importante ressaltar que todas essas empresas já fazem o tratamento de seus efluentes. Mas, ao lançá-los em mar aberto em vez das águas da baía, garantimos a redução dos riscos de acidentes”, explica Demosthenes Carvalho. De acordo com ele, o emissário de Candeias seguirá inteiramente por via terrestre e terá capacidade de vazão de 3.600 metros cúbicos por hora, volume acima da produção atual de efluentes descartados pelas três unidades industriais estimada em 2.300 metros cúbicos.

Pelo projeto, o emissário será construído pela Cetrel que disponibilizará sua utilização para as empresas, mediante pagamento pela prestação de serviço. Segundo o diretor da Cetrel, a obra tem prazo de conclusão de dois anos, a partir de seu início. “Trata-se de uma obra de grande importância para as empresas, que passam a contar com mais tranquilidade para o desenvolvimento de suas operações e também para futuros projetos de ampliação. Além disso, sua imagem também é beneficiada por estar relacionada a investimentos em sustentabilidade”, afirma.

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